Tão pequena.
Insignificante.
Um tanto presa.
Presa numa busca incessante
Pela perfeição que não existe,
Numa sociedade na qual nela insiste.
Presa entre paredes que a esmagam,
A borboleta luta para sair.
Luta contra a pressão.
Contra à insanidade da sociedade.
E presa, luta pela sua liberdade.
Antes que se acostume com o pouco ar ali lhe disponível.
Porque uma vez acostumada, para sempre acomodada.


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